quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

"querem viver numa eterna propaganda de cerveja/desodorante. é uma constante na vida masculina"

(máxima proferida por Ts, sábia filósofa e iluminada guru dos círculos esotéricos secretos do himalaia)
ah, antes o niilismo fosse verdadeiro...

seria ótimo não acreditar. em nada.
mas infelizmente algumas coisas são constantemente comprovadas diariamente, podendo ser até palpáveis: a burrice, ignorância, inveja, egoísmo, falsidade, canalhice, babaquice, covardia, karma, azar, pedantismo, os olhos vítreos e cruéis dele, e sua expressão de estátua...e finalmente a depressão.

tudo isso existe, de fato. o resto é aleatório e improvável; ilusão.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

ah, a utópica liberdade...
muitas pessoas não querem se "prender" a alguma pessoa;
outras, a algum emprego;
a alguma cidade...
e nunca se libertam da própria mediocridade.
como se alguém, alguma coisa ou uma situação
é que as impedissem de progredir.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

"eu gosto do seu corpo.
eu gosto do que ele faz.
eu gosto de como ele faz.
eu gosto de sentir as formas do seu corpo,
dos seus ossos...
de sentir o tremor firme e doce
de quando lhe beijo
e volto a beijar
e volto a beijar
e volto a beijar..."

domingo, 14 de dezembro de 2008




é um morre-renasce-sem-um-pedaço a todo minuto;

difícil suportar...

que fazer pra estancar essa condição?

já não sei dizer mais o que resta de mim.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008


je suis un esprit perturbé puisque mon âme n’a pas du calme – elle vague en folie pour les chemins vorace et rapide comme le vent, en recherche d’un lieu où se rompre. et reste un corp sans âme.
je suis un corp sans âme.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008


porque antigamente eu vivia com a ilusão de que quando encontrasse, a vida iria se transformar; ter, realmente, alegria, propósito. então passava os dias me preparando, esperando pelo grande momento, pelo grande encontro - pela epifania principal da vida.
mas, maslow (maldito), as experiências de êxtase não trazem a tão suposta felicidade, e sim uma angústia quase insuportável de ser sentida. não basta encontrar o caminho, não basta encontrar o tesouro se não tem como alcançá-lo, se não tem como possuí-lo. se não tem como saciar seu eterno vazio, esse vazio que às vezes preenche.
então, até o "não ser" parece não fazer mais sentido. nada mais faz sentido...